Fluminense faz loucura nos bastidores, engole taxa assustadora de impostos e oficializa reforço mais caro da história

O torcedor do Fluminense já sabe que o argentino Rodrigo Castillo é o novo dono da grande área nas Laranjeiras, mas o que poucos imaginavam era o nível da loucura financeira que a diretoria precisou fazer para arrancar o jogador do Lanús no último dia da janela de transferências.
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Para vestir o centroavante de 27 anos com as três cores que traduzem tradição, o Tricolor precisou realizar uma engenharia econômica agressiva, engolindo taxas assustadoras para não ver o negócio melar na reta final.
A exigência implacável e a taxa milionária
Durante as negociações, o clube argentino foi irredutível: só liberaria seu artilheiro mediante o pagamento de 10 milhões de dólares livres de qualquer imposto. Sem margem para recuar e precisando desesperadamente de um homem-gol, o Fluminense aceitou assumir integralmente a "mordida do Leão" na transação internacional.
Na prática, isso significa que o Tricolor concordou em desembolsar mais 3 milhões de dólares (cerca de R$ 17 milhões) apenas em encargos fiscais e impostos de transferência. Com essa "taxa invisível", o investimento total da operação sofreu um salto colossal, chegando à casa dos 13 milhões de dólares — o que representa aproximadamente R$ 67 milhões na cotação atual.
Adeus, Thiago Neves: Um novo patamar nas Laranjeiras
A engenharia financeira para viabilizar Castillo não apenas chocou o mercado, mas reescreveu os livros de história do Fluminense. O centroavante argentino assumiu, com uma folga absurda, o posto de contratação mais cara de todos os tempos do clube.
Até então, o recorde intocável pertencia ao meia Thiago Neves, comprado em 2012 por valores que, corrigidos pela inflação, bateriam na casa dos R$ 39 milhões. A diferença de quase R$ 30 milhões entre os dois negócios evidencia o novo patamar de investimento (e de risco) assumido pelo departamento de futebol nesta temporada.
A aposta de R$ 67 milhões
Com 1,90m de altura, Rodrigo Castillo chega com o peso do valor investido nas costas e a missão de ser a máquina de gols do time de Luis Zubeldía. O centroavante traz no currículo números recentes que justificam o esforço tricolor:
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Lanús (2025): 16 jogos, 7 gols e 1 assistência.
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Gimnasia La Plata: 67 partidas e 12 gols.
Já integrado ao elenco no CT Carlos Castilho, o argentino agora corre contra o tempo para provar dentro de campo que cada centavo dos R$ 67 milhões investidos pelo Fluminense valeu a pena.














